Conceito da logomarca do projeto VICUNHA | 40 ANOS
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Neste ano a Vicunha completa 40 anos de história. Uma história de trabalho árduo que transformou uma pequena tecelagem em um dos maiores grupos têxteis do mundo. Durante esta trajetória muitos fatores contribuíram para este crescimento mas, com certeza, o mais importante deles foi a dedicação e empenho das pessoas que fizeram e fazem parte da Vicunha Têxtil.

Conhecer esta história é eternizá-la. É uma história muito bonita e inspiradora e, por este motivo, resolvemos compartilhá-la com todos vocês.

A cada mês, até dezembro, esta área será atualizada contando um pouco da caminhada desta grande família e, ao final, vai perceber que essa trajetória se confunde com a própria história do desenvolvimento industrial do Brasil.
 
Visite freqüentemente o site e acompanhe.

Afinal, você faz parte desta história!



Herança

 
Sorte, talento e muito, muito trabalho foram alguns dos fatores que estiveram presentes no caminho de Mendel Steinbruch pela construção de um dos maiores patrimônios brasileiros. Tido como gênio por muitos, graças à sua trajetória peculiar e vitoriosa no mundo dos negócios, eis alguns ensinamentos deixados por ele para quem deseja ter uma vida próspera.
 

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Unificação

Segundo um respeitado cientista francês chamado Jean-Baptiste Lamarck (1744-1829), os seres vivos tiveram de se transformar para melhor se adaptarem ao ambiente. Assim, ele explicava que a girafa, no passado, tinha pescoço curto e à medida que faltava o alimento mais rasteiro era forçada a esticar o pescoço para comer as folhas do alto das árvores. Com isso, seu pescoço foi se desenvolvendo pelo uso freqüente e a característica adquirida (pescoço cada vez mais longo) foi se transmitindo aos descendentes, de geração em geração. Conclusão: depois de séculos, as girafas tinham, então, o longo pescoço que observamos nas girafas atuais.
 

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Vicunha Nordeste

Motivos para continuar a investir no nordeste a Vicunha tinha - e muitos: disponibilidade de matéria-prima de excelente qualidade (comprovada com o sucesso da Finobrasa), mão-de-obra local, incentivos fiscais, energia elétrica sem problemas de abastecimento, porto que facilitava exportações. Mas havia um que era mais importante do que todos esses: a enorme afeição de Mendel pelo povo nordestino. Uma admiração que foi materializada numa área de 370.000 metros quadrados, em 1984, na cidade de Maracanaú: a Vicunha Nordeste.
 
 
 

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O nascimento da Vicunha

O Lanifício Varam foi comprado das mãos dos filhos do antigo proprietário após sua morte. Era composto por 3 fábricas em situação precária (com tecelagem, tinturaria e lanifício) e foi adquirido com tudo dentro, com exceção de duas coisas: o busto do fundador, que decorava um dos escritórios, e o nome. Mendel, Eliezer e Jacks tiveram, então, 1 ano para encontrar um novo nome. Até que um dia, passeando pelas dependências da empresa, depararam-se, em meio a uma grande bagunça, com a marca Vicunha estampada na principal casimira que a Varam produzia, e que havia sido lançada, no início dos anos 50, com a miss Brasil Marta Rocha de garota-propaganda. “Achamos o nome”, disseram.


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Têxtil Elizabeth

Pouca gente sabe que o processo de industrialização no Brasil teve início com a indústria têxtil. Suas raízes precedem a chegada e a ocupação do país pelos portugueses. Os índios que habitavam aqui já exerciam atividades artesanais, utilizando técnicas primitivas de entrelaçamento manual de fibras vegetais e produzindo telas grosseiras para várias finalidades, inclusive para proteção corporal. Mas tal fato não foi suficiente para colocar o Brasil numa posição de destaque no cenário mundial.

Com o início da II Guerra, a indústria têxtil brasileira manteve-se como razoável exportadora, tendo em vista que os países diretamente envolvidos no conflito tiveram seus parques industriais seriamente abalados. Uma situação que durou pouco, pois logo o mercado voltou a respirar normalmente, com exceção do brasileiro, que, por conta de fatores como carência de mão-de-obra qualificada,


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Praia, fazenda e bergamotas

Sete de março de 1925. Cidade litorânea de Rio Grande, estado do Rio Grande do Sul. Num modesto sobradinho da Rua Silva Paes, nascia Mendel Steinbruch. Filho de Dona Clara e Sr. Benjamim, o menino chegava para fazer companhia aos irmãos Alegria, Amália e Abraão, e para tomar conta dos que ainda viriam: Anita, Eliezer e Diva. Sete filhos, ao todo. Adoráveis. Uma infância difícil, mas cercada de muito amor e brincadeiras intermináveis pelas areias extensas da Praia do Cassino, em época de férias escolares.
Quinze anos antes, seus pais se apaixonavam perdidamente. A festa de casamento aconteceu na colônia Philippson, a primeira de origem judaica no Brasil. Localizada em Santa Clara, também no Rio Grande do Sul, fora o local em que Sr. Benjamim e Dona Clara, ainda crianças, chegaram acompanhados de seus pais, em 1904, após uma longa viagem de navio que partiu da Rússia
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